domingo, 29 de novembro de 2009

Valeu a pena esperar...

Depois de alguns anos, a minha bromélia imperial floresceu... Tudo muito rápido. A sua inflorescência cresceu em duas semanas. Agora, beija-flores e cambacicas fazem a festa com suas flores. São momentos como esses que fazem a nossa vida tem sentido!
Para quem deseja cultivar essa espécie, segue algumas informações e dicas.

A bromélia-imperial é uma planta herbácea, rupícola, de grandes proporções e elevado valor ornamental. Ela é acaule, com folhas longas e largas, coriáceas, com superfície cerosa, dispostas em roseta e formando um "vaso" no centro da planta, onde acumula água e nutrientes. Pode atingir cerca de 1,5 metros de diâmetro quando adulta. Suas raízes são fortes, fibrosas e se prestam não somente para nutrição da planta, mas principalmente para sua forte fixação sobre o substrato. Essa característica permite que esta bromélia se fixe em paredões rochosos verticais.
De crescimento moderado, ela pode levar 10 anos para atingir o porte adulto e florescer. Sua inflorescência é do tipo espiga e pode medir 3,5 metros de altura. Ela apresenta brácteas de cor avermelhada e flores delicadas, com estames longos, e cor branco-creme ou amarelas, muito atrativas para abelhas e beija-flores. Ocorrem variedades de folhagem vermelha, arroxeada e verde, além de tonalidades intermediárias dessas cores.
Esta planta espetacular é cada vez mais popular no paisagismo tropical e contemporâneo. Sua forma escultural, seu porte e cores vibrantes a tornam um elemento de impacto no jardim, seja utilizada isolada ou em grupos. Sua beleza tropical se destaca entre as rochas e em conjunto com outras espécies de bromélias. Também pode ser plantada em vasos. Esta espécie está ameaçada de extinção, jamais compre mudas que foram retiradas do ambiente natural, prefira plantas oriundas de viveiristas certificados pelo IBAMA.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em substrato leve e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, a bromélia-imperial aprecia a umidade e o calor, mas, por ser originária de regiões serranas do Rio de Janeiro, é capaz de tolerar geadas leves. É uma planta rústica, resistente ao vento e à maioria das pragas e doenças. Multiplica-se por sementes e por separação das mudas formadas entorno da planta mãe.
Fonte: http://www.jardineiro.net/

O espetáculo da maior florada do reino vegetal

Algumas palmeiras da espécie Corypha umbraculifera estão florindo no Aterro do Flamengo, onde foram plantadas na época da inauguração do parque, em 1965. A característica dessas palmeiras é que dão apenas uma florada durante toda a vida, que dura entre 40 e 80 anos. Depois da florada ela morre. É a maior florada do reino vegetal.
No site de Burle Marx, criador dos jardins que integram o Aterro, há um texto que explica como funciona a florada da espécie, natural do Sri Lanka. "Acima da copa de folhas em leque, que começam a secar e cair, forma-se nova copa, de oito metros de diâmetro, instituída de mais de um milhão de pequenas flores brancas. Quase um quinto das flores oferecem sementes férteis e, cumprida sua parte na tarefa de perpetuação da espécie, a palmeira morre".
Fonte: O Estado de São Paulo - 24/11/09

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Nascimento dos beija-flores.

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domingo, 1 de novembro de 2009

Não há mais tempo para o pessimismo. Temos que agir já!

A frase acima é uma síntese do que o documentário francês “Home, nosso planeta, nossa casa”, do consagrado fotógrafo Yann Arthus-Bertrand, nos proporciona no seu roteiro recheado de fotografias de tirar o fôlego. Mas do que as imagens, o documentário retrata a história do planeta e da humanidade, mostrando que desde a sua origem, a exploração dos recursos naturais desordenada está trazendo uma alteração no equilíbrio climático no nosso frágil lar: a Terra. Dá para reverter esse processo? Sim, o importante não é o que se foi, mas o que permanece. A solução está no nosso comportamento: basta saber usar a inteligência e compartilhar nossa solidariedade com toda espécie de vida, seja animal ou vegetal. Exemplos positivos não faltam no final do documentário lançamento em junho e disponível nas locadoras e no youtube em espanhol ( http://www.youtube.com/watch?v=SWRHxh6XepM&feature=related). Não há mais tempo para o pessimismo! Temos que agir já!

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele."

Finalmente achei uma entrevista que mostra de modo prático como uma Instituição Educacional deveria tratar os seus professores e alunos. Será utópico? Não, creio que Gardner foi genial na entrevista, enfatizando que devemos sim preparar os nossos alunos para o mundo, usando algumas fórmulas básicas: disciplina, síntese, inovação, respeito e ética.
Segue o link da entrevista veiculada na revista Nova Escola desse mês:
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/dificil-fazer-certo-se-isso-contraria-nossos-interesses-502609.shtml

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Início do Ecomutirão 2009 na avenida Virgílio de Rezende

Com o plantio de mudas de quaresmeiras, iniciamos com os alunos do 7º ano do Colégio Objetivo, moradores e equipe técnica da prefeitura local, a primeira etapa do ECOMUTIRÃO 2009. Até o final do ano, serão 110 árvores monitoradas periodicamente pelos alunos que participam do Programa Árvores da Minha Cidade. Utilizando um folder publicitário, os estudantes explicaram para os moradores a importância da renaturalização das ruas e avenidas para proporcionar a melhoria da qualidade de vida da população itapetiningana.




sábado, 10 de outubro de 2009

Avistamento de baleias jubarte em Abrolhos, sul da Bahia.

Emoção! Muita emoção!!!
Não há como descrever o contato com as baleias-jubarte em Abrolhos. É um sensação de contemplação e ao mesmo tempo de liberdade, vendo esses imensos mamíferos soltarem os borrifos de água na sua respiração, exibindo as suas enormes nadadeiras. Tudo é macro, naquele imenso oceano! Mais um sonho realizado! Compartilho com os meus amigos aqueles momentos mágicos na Bahia.

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Nome Científico: Megaptera novaeangliae
Família: Balaenopteridae
Ordem: Cetacea
Distribuição: Cosmopolita, ela habita todos os oceanos. No verão, se dirige para as águas polares para se alimentar e, durante o inverno, migra para águas tropicais e subtropicais para acasalar e dar a luz a seus filhotes. No Brasil chega por volta de junho/julho e fica até novembro/dezembro.
Habitat: O Oceano Antártico, onde migram todos os anos para se alimentar e, durante o verão, o Oceano Atlântico, onde procuram as águas quentes e rasas do Hemisfério Sul, mais precisamente o Banco de Abrolhos, no litoral sul da Bahia, para se reproduzir.
Alimentação: Essencialmente krill (euphausia superba), parecido com um camarãozinho transparente, que vive em imensos aglomerados, nos mares frios, que elas abocanham com água e tudo pelas barbatanas, filtrando de volta apenas a água. São de 800 a 1.200 kg de krill por dia.
Reprodução: As áreas de reprodução da espécie são tipicamente próximas a ilhas ou continentes e/ou associadas a ambientes coralíneos. A espécie se reproduz ao longo da costa nordeste do Brasil e o Banco dos Abrolhos é o maior berço reprodutivo do Atlântico Sul. Os filhotes nascem com 3 a 4,5 metros e cerca de 1 toneladas. O leite das baleias tem alto teor de gordura (cerca de 40%), que fornece a energia necessária para o crescimento do filhote. Cada fêmea tem um único bebê, num intervalo de 3 anos.
Conservação: Ameaçada de extinção.
A Jubarte pesa de 35 a 40 toneladas e mede até 16 metros de comprimento. O seu primeiro nome científico - "megaptera" justifica uma de suas principais características. Em grego, essa palavra quer dizer "grandes asas". E são justamente elas, as asas, que se destacam quando essas baleias saltam, soberanas, pelos mares do planeta.
As nadadeiras representam 1/3 do comprimento desses mamíferos. Assim, quando elevam o corpo toneladas acima da água, é como se quisessem provar que podem mais que a própria gravidade. O vôo é de tirar o fôlego. Única em seu gênero, a jubarte tem a cabeça ligeiramente achatada e seu topo possui uma série de calombos ou nódulos, com minúsculos pêlos nas extremidades. Ainda não se sabe ao certo a função deles, mais intuiu-se que tenham alguma função sensorial.
Chama a atenção também a sua boca, longa e arqueada. Mas há duas curiosidades a serem assinaladas: embora não possuam orelhas, elas têm ouvidos (só é difícil de vê-los; ficam cerca de 30 cm atrás dos olhos) e as manchas brancas ou a ausência delas na nadadeira caudal funcionam como uma impressão digital (tanto que pode-se identificar um indivíduo através de fotos).
Embora a caça à baleia esteja proibida, ela está em situação vulnerável porque a gestação ocorre apenas de três em três anos, com apenas um filhote por vez. Estima-se que existam hoje cerca de 25 mil jubartes no mundo. Antes, esse número chegava a 150 mil. Vale dizer que o krill, seu único alimento, não existe na costa brasileira. As jubartes praticamente jejuam na temporada de acasalamento e procriação, que ocorre em águas tropicais

Fonte de pesquisa: www.terradagente.com.br

Saiba mais:
http://www.baleiajubarte.org.br